CEIM DONA
DORVALINA
TURMAS: MATERNAL
PROFESSORAS: FABÍOLA,
LIDIANE E MICHELI.
A música na
educação infantil
"Um povo que sabe
cantar está a um passo da felicidade.
É preciso
ensinar o mundo inteiro a cantar”. Villa-Lobos
O
tema “A música na educação infantil”, foi escolhido em função, da recente
retomada da utilização
da música como prática pedagógica. Surgiu a partir do
interesse diário das crianças por
tudo aquilo que produz som, seja o barulho
que o caminhão faz ao passar pela rua em frente
à escola, o latido dos
cachorros, os improvisados batuques que fazem batendo sobre as mesas,
até mesmo
o barulho que o avião faz quando sobrevoa o CEIM.
No entanto, percebemos que a linguagem oral de nossos pequenos se
faz pouco presente,
falando palavras soltas, usando mais a linguagem gestual
para se comunicarem.
Sendo papel fundamental do educador estimular o
desenvolvimento da linguagem oral,
mostrando-as que este meio de comunicação é
de extrema importância e facilitarão
entendimento para conseguirem o que
desejam sem precisarmos fazer tentativas de adivinhações.
Nossas crianças fazem gestos, como tocar a mão para solicitar a
música do
“pintinho amarelinho”; mostram brinquedos,
como nosso boneco do
Patati, para pedirem que cantemos a música “se
você quer brincar é com
patatá...
”; adoram bater com os dedinhos na mesa para cantarmos a música: “com
dedos, com dedos...”;
ficam vidradas com as músicas do “tomatinho vermelho” e a
da “barata no pote de bolacha”...
Outras já demonstram um aumento constante no vocabulário,
utilizando-se de sentenças simples
(duas a três palavras), “dona aranha...” e
criam novas palavras para expressar suas necessidades.
O ato de observar as manifestações das crianças, registrar e
refletir nos possibilita o constante
aprimoramento dos momentos propostos, a
partir do interesse que elas demonstram.
As crianças solicitam e participam das
canções ativamente, riem, dançam, batem palmas,
oralizam alguns sons e
palavras, imitam gestos, etc.
“... a música é a arte que
faz ressoar o eu naquilo que ela tem de mais interior,
podemos sentir também
que ela transforma os objetos em vibrações,
e o que é fixo em movimento... não
reconhecemos mais o
que está em volta, o que é duro partiu... cessamos de
chocar-nos com as coisas.
O mundo perderia, então, sua rigidez, podendo
suavizar-se e tornar-se força de acolhida,
abrindo-nos (passagem) para
receber-nos.” (Esthétique Hegel).
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